domingo, 30 de setembro de 2012

Super Duper Podcast #005: Jogos Misturados



O mundo dos games é tão diversificado que podemos ver sapos lutadores, raposas de dois rabos pilotando aviões e até peixes agentes secretos! Além dos seus jogos originais, muitos personagens se aventuram em outras terras, como Mario Golf ou Dead or Alive Extreme Beach Volleyball.

Seja num jogo totalmente novo ou fazendo participação especial no jogo dos outros, adoramos ver essa mistureba de gêneros e personagens. E porque temos algumas ideias pra compartilhar sobre o assunto, esse é o tema do nosso quinto podcast, com a presença de mais um convidado super especial!
Agile


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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Review - The Amazing Spider-Man vs. The Kingpin (Sega CD)


Provavelmente todos que são da época jogaram, mas muitos esqueceram de “The Amazing Spider-Man vs the Kingpin”, que foi lançado para os consoles da Sega no início dos anos 90.
A versão do Sega CD tratava-se de um jogo muito inovador e impressionante, onde você controlava o Homem-Aranha e tinha 24 horas de tempo real para desarmar uma bomba que Rei do Crime escondeu em algum lugar da cidade.
Um dos melhores jogos do escalador de paredes
O jogo combinava, de uma forma bastante inusitada, elementos de beat'em up e exploração, com o jogador podendo escolher livremente diversos pontos da cidade para visitar. Havia uma série de chefes para serem derrotados antes da batalha final, o que aumentava bastante o desafio, considerando que este é outro daqueles jogos em que você corre contra o relógio. Felizmente, o jogo contava com um sistema de passwords, então você não era obrigado a completar tudo em apenas uma sessão.
Os em gráficos do jogo são bem nítidos, tanto em se tratando do Homem-Aranha, como dos vilões, tornando-o bastante agradável de se ver – bom, para um 16 bit, claro.
Contra o Homem-Areia você tinha que usar a cabeça pra vencer

Durante as fases, pequenas animações contavam a história do jogo, coisa exclusiva dessa versão. Hoje em dia, elas podem parecer meio mal feitas, mas eram bem legais na época. Claro que eu teria tirado mais proveito delas se entendesse o que eles falavam (eu realmente deveria ter aprendido inglês mais cedo...).
Quanto ao som, desta vez não há muito a elogiar. Não que eu tenha notado quando criança, mas revendo as animações hoje em dia no youtube, dá para perceber como era enfadonha a dublagem. Uma grande mancada, considerando que o Sega CD tinha o diferencial de poder reproduzir fielmente os sons, capacidade que foi desperdiçada com dubladores de meia-tigela. Felizmente, a trilha sonora tinha um desempenho melhor e não chegava a incomodar.
Depois de sofrer pra derrotar o chefe, é hora de sofrer ouvindo o diálogo.

Resumindo, o jogo tem muito mais pontos positivos do que negativos. Se a versão de Mega Drive trazia a possibilidade de fotografar os oponentes para vender as fotos no jornal (coisa que foi retirada nesta), muitas outras inovações foram feitas no port para Sega CD, sobretudo quanto à livre exploração, o que faz desse jogo um título obrigatório para qualquer um que queira conhecer o melhor que o velho acessório de Mega Drive podia oferecer.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Review - YuYu Hakusho - Ghost Files: Spirit Detective (Game Boy Advance)

Tenho que admitir que sou um grande fã de YuYu Hakusho. Da mesma forma que muita gente tem carinho eterno por Saint Seiya (Cavaleiros do Zodíaco) ou Dragon Ball Z, eu tenho pelas aventuras de Yusuke Urameshi, então talvez a minha visão fique um pouco ofuscada e eu seja mais benevolente do que a maioria das pessoas com esse jogo.
De fato, posso admitir desde já que, se você não for fã da série, não há como gostar desse título. Mas, se curte, então talvez haja algo aqui para você.
YYH também é conhecido por Ghost Files nos states. No jogo, uniram os dois títulos.
Spirit Detective é diferente de quase todo outro jogo de YuYu Hakusho porque não é um game de luta, mas sim um adventure beat'em up. Só por isso ele já merece algum destaque.
Os gráficos em sua maioria... não são nada impressionantes. Os mesmos edifícios são usados repetidas vezes no cenário, os sprites têm poucos detalhes e a movimentação parece um tanto quanto estranha.
Tirando a repetição, até que os cenários são bonitinhos para um antigo console portátil.
A jogabilidade é um ponto positivo: você começa com a capacidade de se mover e lutar de forma bem básica, mas depois de um tempo será capaz de executar técnicas especiais como o Reigan (tiro espiritual), Reiken (espada espiritual) e outros golpes saídos diretamente do anime.
A melhor parte do jogo, porém, é a história. A aventura segue de perto o anime durante toda a saga do Detetive Espiritual, incluindo as pequenas tramas do início, como ajudar o Kuwabara a passar no teste para salvar o seu amigo de ser expulso da escola. Antes da última batalha, contra Suzaku, você terá a oportunidade de comandar vários dos heróis por diferentes ambientes, abrindo caminho por uma imensidão de inimigos e usando variados poderes. Em determinados momentos, sobra até para Botan e Keiko serem comandadas pelo jogador.
Antes de enfrentar monstros com Yusuke, você terá que ajudar Keiko a escapar de um incêndio.
O jogo não é muito longo, o que pode ser bom ou ruim, dependendo do seu ponto de vista, mas por trazer uma experiência bastante inovadora, tenho que recomendar para qualquer fã de YuYu Hakusho que se preze. Se, como eu, estiverem dispostos a ignorar alguns dos problemas, descobrirão um belo jogo que vale a pena conferir.
Porém, se você não for fã do anime, passe longe.


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Super Duper Podcast #004: Jogos de Animais


Talvez uma das coisas mais legais sobre videogames é poder estar na pele de algo ou alguém diferente de nós mesmos. Como acompanhar as aventuras de um personagem de livro que vive em um mundo bem diferente do seu, só que podendo interferir nas decisões dele. Mas e se esse personagem for um gato, uma barata, um golfinho piloto de avião ou talvez uma bola cor de rosa com um enorme apetite?

Nosso quarto podcast conta com a presença de um convidado especial para conversar sobre Jogos de Animais. Salvando o mundo ou na batalha diária para sobreviver (e evoluir), os videogames tem espaço para protagonistas de várias origens, tamanhos e pelagens!

Ariel

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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Review - Mighty Morphin Power Rangers (Sega CD)

Nem só de bons jogos estão povoadas as minhas lembranças do Sega CD...

Antes de prosseguir, coloquemos uma coisa em perspectiva: eu fui fã de Power Rangers. Ainda hoje em dia, apesar de não assistir há muitos anos, tenho ao menos um certo respeito pela série, como quem ouviu nosso podcast sobre gostos estranhos deve estar sabendo. Obviamente, não estou na faixa etária para a qual o programa é destinado, então não seria natural que eu fosse gostar mesmo, mas posso reconhecer algumas coisas positivas.

Quando pequeno, também assisti a vários tokusatsus em sua forma original, mas nem por isso desenvolvi um ódio pela série americana. Digo isso porque, se esse fosse o caso, a avaliação do jogo já estaria destinada ao fracasso, antes mesmo de começar. Meu review, porém, é livre de preconceitos e feito com a maior boa vontade.


E é com esta visão piedosa que posso dizer que, mesmo assim, esse jogo é péssimo.
Fuja!
O motivo do fracasso é o gameplay baseado totalmente em FMV. Para quem não sabe, isso significa Full Motion Video, ou seja, captura de imagens com atores reais.
Quando o jogo saiu, a coisa ainda era novidade e a Sega estava interessada em usar esse recurso para impressionar todos com a qualidade gráfica do Sega CD. Embora toscamente renderizadas, as cenas em FMV estavam muito além do que a competição podia fazer naquela época.
Acredite, os gráficos são a melhor parte do jogo.
Nesse jogo, enquanto você assiste aos episódios da série (que sequer são inéditos), instruções aparecem na tela e cabe ao jogador apertar o botão correspondente. Independentemente do que fizer, a cena sempre se desenrola da mesma maneira. Se você fracassar, perderá uma fração de sua barra de vida e, quando ela se esgotar, leva game over.
E só.
É como assistir a série, só que com uma resolução baixa e correndo o risco do episódio parar no meio.
Não há uma cena de morte especial, ou múltiplos caminhos, como em outros jogos que adotaram esse mesmo estilo de gameplay. Se naqueles a ideia era ruim, em Power Rangers é ainda pior. Chega até a ser difícil considerar isso um jogo.
De modo que, ainda que você seja um enorme fã de Power Rangers, não posso recomendar esse “jogo” em sã consciência.
Ao invés disso, compre um DVD da série e assista aos primeiros episódios enquanto se força a decorar uma sequência aleatória de comandos no direcional. A experiência será extamente a mesma.
Escolha “no” e vá se divertir mais vendo a grama crescer.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Review - Casper (Playstation)

Essa vem do fundo do baú: Casper foi um dos primeiros jogos que aluguei para o Playstation, lá em mil novecentos e antigamente. Tenho boas lembrançar curtindo esse puzzle, que não terminei na época e acabei esquecendo depois. Pensando agora, não tenho nem certeza se eu já tinha Memory Card quando joguei isso... - lembro claramente que não tinha na primeira vez que encarei o Tomb Raider original, o que foi meio frustrante porque morri na terceira ou quarta fase caindo de um lugar alto...
O Saturn também tinha sua versão. Mas quem é que tinha Saturn nessa época?
 Mas voltando a falar de Casper, aqui você controla o fantasminha camarada em busca de uma máquina que pode transformá-lo de volta em um ser humano. O gameplay é clássico de um puzzle: pega um item aqui, usa uma gerinconça aqui, abre uma porta acolá. Mesmo sem saber inglês, apenas pela tentativa em erro, você vai aos poucos resolvendo os enigmas e avançando no jogo.
Sanduíches no meio do corredor. Por quê? Porque sim.
Os gráficos eram simples e simpáticos. Nada fantástico, mas dão conta do recado. Eles traduzem bem o momento em que o jogo foi feito, o início da era Playstation. Há uma forte influência do que víamos no Super Nintendo e Mega Drive, mas ao mesmo tempo com uma certa evolução que não poderia ser vista nos consoles de 16 bits.
Impressionante para quem acabou de sair de um Mega Drive
O som era de qualidade, exceto pela música repetitiva. Eventualmente você acabava perdendo a paciência com a trilha sonora, o que podia comprometer um pouco a experiência.

No geral, um bom jogo de estratégia para o Playstation. Simples, simpático. Não é a maior das maravilhas do mundo, mas vale uma espiada.


 

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Tetris, meu Jogo Favorito


Venho de coração aberto falar sobre meu jogo favorito. Um jogo que sobreviveu à regra dos quinze anos. Jogo tão popular que, além de estar presente em quase todos os lugares (consoles, celulares, mp3 players, osciloscópios e até prédios!), é tão bom que inspirou uma infinidade de outros jogos com mecânicas similares, sem falar nas inúmeras referências dentro e fora do mundo dos videogames.

Tudo começou na União Soviética. Alexey Pajitnov, enquanto trabalhava na Росси́йская акаде́мия нау́к (pra quem não está familiarizado com a linguagem da Rossiya-Matushka, "Academia Russa de Ciências") em Moscow, lançou em 1984 (um ano antes do meu nascimento!) uma revolução em termos de desafio e vício eletrônico. Na época, Pajitnov não recebeu um único tostão por sua criação (foram anos de brigas judiciais até que ele e outras pessoas envolvidas no projeto recebessem o devido reconhecimento financeiro, e aposto que muita gente ficou de fora... e muitos espertinhos abocanharam os direitos de Tetris, mas isso é assunto pra uma outra conversa). Foi também o primeiro software russo exportado para os Estados Unidos.

Tetris (do grego "tetra") consiste em alinhar peças (todas com quatro segmentos, daí o nome) que caem do céu, em linhas para fazê-la desaparecer antes que se pilhem até o topo da tela, o que significa o fim do jogo. Um conceito simples e fácil de compreender, com sua execução dificultada "apenas" pelo crescente aumento de velocidade das peças.


Desde 1984, Tetris está presente na cultura dos videogames em versões atualizadas (tem até no Facebook), além de inspirar a mecânica de muitos outros jogos. Columns (1989) e Puyo Puyo (1991) foram claramente inspirados por Tetris, e ajudaram a definir o gênero "puzzle de blocos caindo". Com o tempo, naturalmente, o estilo foi criando ramificações. Por exemplo Lumines (2004), onde blocos de quatro segmentos caem do alto e devem ser organizados em quadrados de mesma cor para que desapareçam - e façam música no processo! As variações são muitas, constantemente reinventando o gênero, mas a lógica permanece a mesma (a menos que você esteja jogando Slydris, onde será forçado a pensar de uma maneira bem diferente  - as peças vem do alto e de baixo, e você pode mover uma por vez, em qualquer local da tela; a cada movimento, uma nova leva de peças despenca do alto).

E quando eu pensava que já tinha visto de tudo, alguém resolveu misturar Tetris e caça-palavras para criar Puzzlejuice (2012), onde você não só deve encaixar as peças, mas também formar palavras com as letras dentro de cada segmento, para daí então eliminar os blocos (impedindo que cheguem até o topo).



Seja alinhando blocos horizontalmente ou juntando cores como em Panel de Pon (1995) e Tetris Attack (1996) para que desapareçam; ou decolem como em Meteos (2005), o legado de Tetris é indiscutível. Um jogo tão simples, que inspira desenvolvedores até os dias de hoje. Meu jogo favorito é um dos mais inovadores, divertidos e populares do mundo, vencendo barreiras de idade, gênero e nações. Pode ser jogado sozinho ou acompanhado e está disponível em praticamente qualquer aparelho eletrônico com um display e botões.

E o seu jogo favorito, qual é?

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Review - Jurassic Park (Sega CD)

Hoje, tenho um Playstation 3, mas, no passado, após o Atari, eu tive o meu saudoso Mega Drive. Fiquei muito tempo com esse console, inclusive fazendo o upgrade para o Sega CD (porém não caí no “truque” do 32X. Há!). Não posso dizer que foi a melhor aquisição do mundo, mas certamente o Sega CD me proporcionou algumas experiências muito legais e fez conhecer alguns jogos marcantes que a maioria das pessoas não teve a felicidade de experimentar na época.

Jurassic Park não era exatamente o meu favorito, mas me impressionou quando topei com ele. Ao contrário dos outros títulos baseados no longa metragem, este é um adventure do tipo “aponte e clique”, o que te fazia, de certa forma, sentir-se dentro do filme.


Essas capas de Sega CD são tão nostálgicas...



Para a época, os gráficos eram impressionantes. Você era colocado você no meio de um parque vazio, movimentando seu personagem em primeira pessoa pelos ambientes familiares ao filme.

Hoje, pixelado. Na época, impressionante.

A jogabilidade funcionava em alguns momentos, mas em outros era uma dor de cabeça. Você poderia empacar por mais de uma hora e logo depois avançar como Usain Bolt nas olimpíadas. Claro que o fato de eu não falar inglês naquela época também não ajudava em nada...

O maior problema neste aspecto é que, diferente do que você pode pensar, neste jogo você não tinha todo o tempo do mundo a sua disposição. Apesar de ser um puzzle, você tinha cerca de 12 horas em tempo real para realizar todos os objetivos, antes de ser retirado da ilha. Não que eu tenha chegado tão longe, mas...

O seu celular é provavelmente mais potente que esses computadores.

As tarefas incluíam coisas como ligar a alimentação do parque, recolher os ovos de dinossauro, consertar certas partes do parque para evitar que os bandidos apareçam, etc.

Um ponto positivo é que não havia nenhuma mecânica complexa de opções de batalha ou uso de itens, o que tornava o game bem acessível para quem, como eu, não tinha muita experiência no gênero.

O som, como era de se esperar de um título do Sega CD, era muito bem feito, reproduzindo com grande qualidade tanto as músicas quantos os efeitos sonoros.

No geral eu diria que este foi um jogo bastante caprichado, que utilizou bem a capacidade revolucionária do console – para a época – e deve ser considerado por qualquer um que queira experimentar os clássicos do Sega CD.

A menos, é claro, que você odeie adventures de “aponte e clique” e prefira controlar dinossauros em um estilo de jogo mais tradicional. Neste caso a versão do Mega Drive é mais adequada para você.

Também dava para jogar com um humano, mas qual a graça nisso?

sábado, 15 de setembro de 2012

Super Duper Podcast #003: Gostos Estranhos


O que você faz quando ninguém está olhando? Aquela coisa que você gosta muito, mas prefere não comentar com seus companheiros de trabalho, para evitar uma situação desconfortáveis. Talvez sinta-se envergonhado por não ser muito bom naquilo. Tipo cantar; músicas dos Bee Gees; em falsetto.

É bem comum acontecer isso quando deixamos de ser tratados como crianças. Começam a exigir que deixemos de gostar disso ou daquilo para gostar de coisas mais "adultas". Mas existem outros exemplos, como quando nosso ator ou filme favorito é amplamente criticado não só na mídia, mas também por boa parte dos nossos amigos. Ou simplesmente são coisas inaceitáveis, ilegais até, a ponto de você precisar deixar de fazer para sempre, só conseguir fazer escondido... ou pagar para poder colocar em prática aqueles desejos proibidos~  estou falando de jogos de videogame! Você pensou em outra coisa?


Quais são os seus gostos estranhos? Aproveite que nosso blog possibilita comentar anonimamente e fique tranquilo pra compartilhar com a gente aquelas coisas controversas, menos famosas ou mau vistas que você defende ou gosta muito. Quem sabe descobrimos algo novo e legal que a princípio parece absurdo, tipo Electric Samba.

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domingo, 9 de setembro de 2012

Jogos de Desenhos




Você já se deu conta como alguns desenhos animados ficariam ótimos como jogos? Inspiração vem de todo lugar (livros, filmes, viagens de férias, etc), e desenhos animados apresentam uma bela gama de possibilidades. Na realidade, muitos personagens já fizeram aparições em videogames ao longo dos tempos. Mas alguns (ou talvez muitos) desses jogos não fizeram jus àqueles amáveis personagens, seja pela tecnologia da época, baixo orçamento ou bad design. Por outro lado, alguns personagens nem mesmo tiveram a oportunidade de estrear em jogos.

Nosso segundo podcast é sobre isso: desenhos animados (todos eles, desde os produzidos pelo estúdio Hanna Barbera até animes direto do Japão) que merecem ser transformados em (bons) jogos. Dessa vez, em primeira mão (tcharans!) aqui no Super Duper Blog de Games. Você também pode conferir a versão pictografada do podcast:



Tem alguma ideia para um jogo de desenho animado? Queremos ouvir sua opinião, mesmo que seja absurda ou avant-garde demais para ser comercialmente viável. 

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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Regra dos 15 Anos


Rise from your grave!


Piadas de Altered Beast à parte, sejam bem vindos ao Super Duper Blog de Games! Aqui serão reunidos os podcasts, ainda sem título, gravados por nós e que merecem estar listados em algum lugar, para as duas ou três pessoas que nos acompanham ficarem sempre à par das novidades e deixarem comentários (adoramos comentários - deixem seus comentários - prometemos falar sobre eles ao final de cada novo podcast).

É remotamente possível que vocês também encontrem por aqui vídeos de gameplay, retrospectivas de torneios locais organizados por nós (SDCG, Round 1, Ironman of Gaming, por exemplo) e, com sorte, convites para novos  eventos desse tipo. Quem sabe eventos online. O futuro é uma caixinha de surpresas. Agora que temos uma base de operações, qualquer coisa é possível.

Nosso primeiro podcast, intitulado "Regra dos 15 Anos", foi gravado de presente para o blog do Mundo 2D. Como temos nosso próprio cantinho na internet agora, iremos disponibilizá-lo aqui também, em terceira mão (passou pelo Facebook e Youtube antes). Segue:



Num futuro próximo, o podcast também será disponibilizado em mp3. E quem sabe, direto para ouvir aqui no blog. Isso vai depender do nível de nossas habilidades blogísticas aumentarem consideravelmente.

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